Wednesday, February 15, 2012

Life Is Beautiful...


Os Pequenos Prazeres da Vida compensam tudo!

  • A Chuva miudinha no rosto
  • O Por-do-sol no horizonte
  • O Voo da águia num desfiladeiro
  • O Riso de um bebe
  • O Abraço de alguém querido
  • A Música que adoro
  • O Respirar fundo numa floresta
  • O Canto dos pássaros pela manhã
  • O Eco numa montanha
  • A Festa do gato quando chegamos a casa
  • As Cores das flores
  • O Livro junto à lareira
  • O Cheiro do mar
  • Os Pés na areia
  • O Céu azul
... e os vossos pequenos prazeres... quais são?

A Vida É Bela mesmo!
Gozem-na Hoje... porque amanhã, não sabemos se temos vaga!

Tuesday, February 14, 2012

Entrevista Ao Piegas Do Primeiro Ministro

O PM recebe mesmo mal... pelo menos,  não o suficiente para estar calado!

Para já um pequeno resumo da sua fabulosa última entrevista, para lerem nos dias tristes, com o verdadeiro espírito de graça! Soltem gargalhadas, que emagrece e devolve-nos anos de vida e de saúde!... Que bem precisamos para trabalhar muitos e muitos anos, horas e horas, para recuperar o país desta desgraçada crise! 

A 1ª grande gaffe:
“Quero continuar a ser uma pessoa comum” - Porquê? Porque ser político é ser maior do que os homens? Rir como quem voa? Ah não é neste contexto?!

“Não sou bem pago, mas não me queixo” – Parece-me uma frase redundante! Mas devo ser eu que não percebo bem português!

“Dorme menos do que gostaria” – eu também, mas não vejo como isso possa ser relevante para o progresso da economia…

“Confia no instinto” – Um verdadeiro coelho, portanto!

“Ao principio queria desligar da política ao chegar a casa mas a minha mulher queria ver todas as notícias na TV. Houve um pequeno conflito.” – Estas discussões são bem típicas dos lares portugueses, das pessoas comuns, já que todos nós temos pelo menos um vizinho que diz à mulher: ‘Oh mulher desliga-me a TV que já não posso ouvir falar de política! Todos os políticos são uma cambada de aldrabões!’…  Cá está a razão porque foi apanhado a mentir. Um PM não é uma pessoa comum, pelo que não faz sentido tentar sê-lo! É melhor o país experimentar votar na esposa do actual PM. Que no meu ver, pelo menos esforça-se!

“Aquilo que eu, como primeiro-ministro, for capaz de fazer pode ser decisivo para Portugal” – Esta frase mostra que ele já chegou ao capítulo ‘As minhas funções, passo a passo’ do livro ‘Eu fui eleito PM. E agora? O que fazer sem desesperar’.

Esta personagem é tão triste, tão pobre, tão pequenina que nem sei como é possível termos um País que se tenha deixado enrolar por um político cuja entrevista demonstra-nos claramente o que está por detrás do PM: uma pessoa apenas competente talvez para escrever músicas… pimba!

E talvez isso explique tudo!... Pois, como dizia no outro dia uma pessoa (comum, num lugar comum), no café da minha rua, (uma rua comum, de uma pessoa comum), pelo menos o homem fica bem na TV! Que é um motivo razoável, e sábio para se eleger alguém!

Ou calam o Coelho ou eu ainda faço um Partido que defina especificamente a Lei de Liberdade de Expressão selectiva!

Sunday, February 12, 2012

O Ovo Que Saiu Da Casca

Parecia um ovo normal
Ingénuo
Igual aos outros.
Lavei-o e
Com a água ainda gelada,
Juntei-o na panela,
Com os devidos cuidados
Que um ovo exige.

Estava a cozer com a maruca,
Com as batatas,
Com a cenoura,
Com a couve flor
E concerteza
Enlouqueceu!

Entusiasmado,
Com tantas meninas,
Saiu da casca
E nadou com elas panela fora!

Parecia um ovo normal,
Mas não era!
Era um louco, afinal.

Só me apercebi
Já no fim,
Com tudo cozido...
Ou quase tudo.

Naturalmente,
Ficou mal cozido.
E nem sequer ficou bem escalfado.
Ficou entre o mal cozido
E o demasiado escalfado.
Uma espécie de ovo mal escalfado.

Idiota!
Era um daqueles ovos,
Que se não tivesse ido parar à panela,
Seguramente, faria disparates...
Gemadas por todo o lado,
E ovinhos pequeninos a cada esquina.

Tarado!
Se eu soubesse o que ele queria,
Tinha-o fritado!...

Para a próxima,
Quando me aparecer outro exemplar,
Faço-o mexido, bem mexido,
E já que não querem acabar sozinhos,
Misturo-o com a farinheira!...
E depois,
Papo-o!