Friday, November 16, 2012

Di fazê chorá ais pédras da cauçada!

(Este teisto devi sê lido em brasileiro)

Seista pela manhã, stava subindo até às Amureirás quando me déparei com o diálugo irritádo de um sinhô que trabalháva, colocando as pedrinhas da cauçada - "a senhora não vê o que o cão está a fazer?" (ele era português)

O cãozinho estava fazendo xixi pr' ais pedrinhas soutas que o sinhô mais tardi iria pégar p'ra colocar no chão.

O cãozinho não sabia e mijou ali, mas a empregada da dona do cãozinho rêspondi imediata: "O sinhô disculpe que eu não vi estava ao téléfone, viu?"

Mais u hómêm irritádo acrescentou - "está bem, mas tire o cão daí mulher!" porque a sinhora nem séquê puxava a coleira do bicho e portanto deixava acabá as nécessidadis do bicho em cima das pédrinhas que o sinhô ia ter de colocá na cauçada que todo o mundo sabi, é feita à mão!

Ele há seistas de mérrda meismo, não é?!

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